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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Movimento Sem Água levará prefeitos do Nordeste à Brasília

O agravamento dos efeitos da estiagem que atinge o Nordeste brasileiro, prejudicando as lavouras e criações causando um prejuízo financeiro e social sem precedentes nos municípios nordestinos, onde a migração para o sul e sudeste tem se intensificado com a população fugindo para não morrer de fome e sede, levou os prefeitos de todo o Nordeste a se unirem no Movimento Sem Água onde, em data a ser definida para o mês de abril, marcharão unidos à Brasília no intuito de pressionar o governo federal na adoção de medidas práticas, objetivas e emergenciais para salvar o Nordeste. 
“A ideia de criarmos esse movimento começou em Brasília, quando nós presidentes de associações municipalistas estivemos com o ministro da Integração Nacional. Depois amadurecemos a ideia com os prefeitos de cada estado e agora vamos à Brasília lutar por nossos direitos, pois quando acontece alguma catástrofe no sul ou sudeste, como enchentes e deslizamento, o governo federal responde quase que imediatamente, mas com o Nordeste o tratamento tem sido diferente. Prometem mundos e fundos, mas para que 10% disso vire realidade precisamos fazer um sacrifício enorme”, afirma a presidenta da União dos Municípios da Bahia (UPB), prefeita Maria Quitéria - foto destaque.
Maior estado do Nordeste, a Bahia também é a maior impactada pelos efeitos da seca. Ao todo são 390 mil quilômetros quadrados atingidos, representando 70% do território baiano, colocando em estado de emergência 214 municípios já nos primeiros meses do ano. Seguindo as previsões meteorológicas que não acusam chuvas nos próximos meses, esse número pode ultrapassar 250 municípios.

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